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Quer saber o que fazer com seu lixo? Pergunte aos japoneses

Hoje, conversando com um amigo do trabalho, fiquei sabendo sobre uma reportagem sobre o tratamento do lixo que me deixou maravilhado e revoltado ao mesmo tempo.

No Japão existe um bairro, chamado Odaiba, que foi construído sobre uma ilha artificial feita… DE LIXO!!!

Neste bairro, o tratamento de lixo é exemplo para o mundo inteiro.
Todas as pessoas tem o hábito de reciclar seu lixo e tudo na ilha gira em torno do lixo. Até a energia elétrica da ilha é conseguida através da energia termelétrica oriunda da reciclagem do lixo.  Odaiba é como os japoneses esperam, que seja o futuro: eficiente e limpo. O bairro é um exemplo de convivência com o lixo: praticamente 100% são reaproveitados.

As regras de separação de lixo variam de bairro para bairro. Alguns multam os que não obedecem. Mas o que faz os japoneses tão cuidadosos é a educação: eles começaram a separar o lixo há 500 anos, é uma tradição aprendida na escola e com a família.

No Japão, não há lixeiras nas calçadas. Se a gente quiser se livrar de uma garrafa de refrigerante, por exemplo, precisa ir até uma loja de conveniência, onde há um ponto de coleta para reciclagem. O lixo é dividido em quatro categorias. Aí tem que fazer assim: primeiro joga o resto do refrigerante no ralo. A garrafa tem que estar vazia. Depois, arranca o rótulo, que vai para a lata dos plásticos. Finalmente, pode jogar a garrafa fora, no lugar apropriado.

Dá trabalho? Claro que dá. O prêmio é viver em cidades que raramente alagam em dias de chuva e com ruas que parecem sempre ter acabado de passar por uma boa faxina.

Não adianta tentar explicar. Assistam o vídeo e tirem suas próprias conclusões.

A minha conclusão é: Eu vou me mudar pra lá!!! 🙂

Fonte: Bom Dia, Brasil

Greenpeace e os “Eletrônicos Verdes”

Escala do Greenpeace para Eletronicos Verdes
Escala do Greenpeace para Eletronicos Verdes

Quando falamos de Meio Ambiente e Tecnologia, uma das maiores ferramentas é a escala indicativa do Greenpeace. Através deste trabalho realizado por eles, conhecido como Escala “Greenpeace Greener Eletronics” é possível verificar como as empresas tem se comportado em relação ao meio ambiente.

Hoje em dia, devemos fazer nossa parte como consumidores conscientes, incentivando empresas que tem responsabilidade ambiental e forte senso de preservação do meio ambiente, dando preferência às empresas que estão bem colocadas mediante esta escala. Sempre que eu vou comprar alguma coisa nova ligada à tecnologia, dou uma olhadinha nessa tabela, e se a empresa está bem colocada, mando um email para o canal de comunicação da empresa, deixando claro porque comprei deles. E se – ao contrário – deixo de comprar em função desta mesma tabela, faço a mesma coisa: Comunico a empresa que não vou comprar porque eles não respeitam o meio ambiente.

Acredito que se todos (ou pelos menos alguns de nós) adotarem estas medidas, iremos “ensinar” às empresas que respeito ao Meio Ambiente conta e que nós – consumidores – nos importamos com isso SIM!

Segundo o site “Greener Eletronics”:

O mundo está consumindo mais e mais produtos eletrônicos a cada ano. Isto tem causado uma explosão perigosa em sucata eletrônica (e-waste) que contém produtos químicos tóxicos e metais pesados que não podem ser eliminados ou reciclados de forma segura. Mas este problema pode ser evitado. Estamos pressionando principais empresas de eletrônicos para a mudança, para reverter a maré tóxica de lixo eletrônico.

Criança Chinesa em meio ao Lixo Eletronico
Criança Chinesa em meio ao Lixo Eletronico

Todo ano, centenas de milhares de computadores velhos e celulares são despejados em aterros ou queimados em fornos de fundição. Milhares de outros são exportados, muitas vezes ilegalmente, da Europa, E.U., Japão e outros países industrializados, para a Ásia. Lá, os trabalhadores em empresas de sucata, muitas das quais são crianças, estão expostos a um cocktail de produtos químicos tóxicos e venenos.

E vocês? Como pretendem pressionar as empresas das quais vocês compram seus produtos tecnológicos a fazer mais pela preservação do planeta?

E se sua casa produzisse toda a energia que precisa, e até mais do que isso?

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Caminhe por esta casa, e você pode pensar que ela é apenas como todas as outras da rua. Mas dê uma olhadinha no quintal e no porão, e você vai ver ela é uma construção de alta tecnologia. A casa de US$ 350.000, localizada entre Milwaukee e Madison, Wisconsin, cria tanta electricidade que seu proprietário recebe um cheque a cada mês pela energia que ele VENDE PRA EMPRESA DE LUZ!!!


A Idéia

Chevrolet Volt
Chevrolet Volt

Quando a empresa Newman resolveu projetar esta casa, o objetivo era criar eletricidade suficiente para fornecer energia para a casa, para carregar um carro Chevy Volt elétrico, e então criar o suficiente para que o excesso de energia pudesse ser vendido para a companhia de energia . A casa, que foi vendida no mês passado, com seus objetivos cumpridos!

Este objetivo foi alcançado usando US$150.000 em painéis solares, equipamento geotérmico e de isolamento, e o melhor é que, com descontos federais e estaduais e créditos fiscais, o custo líquido de todas as “partes” para a produção desta energia é menos da metade, US$74.130

O Sistema

Wattsun Tracker System
Wattsun Tracker System

Existem dois sistemas solares de alimentação elétrica na casa – um sistema de “rastreamento solar” wattsun (projeto do sistema) no quintal que fornece 4.600 kWh de electricidade por ano, dedicado ao abastecimento de um Chevy Volt. No telhado existe uma matriz muito maior de painéis solares, fornecendo de 14.700 kWh por ano, suficiente para suprir a necessidade de energia da casa inteira com muita sobra para vender de volta à companhia de energia.

Um “loop geotérmico”, constituído por tubos enterrados 8 a 9 metros sob o solo e transportando uma solução líquida baseada em glicose (parecida com a usada nas máquinas de fumaça das casas de festa e boates), está ligado a uma bomba de calor que fornece todo o aquecimento e resfriamento para a casa. Com este sistema não há necessidade de uma unidade externa de ar condicionado. Porque a Terra nestes 8-9 metros de profundidade tem uma temperatura constante de 54 °, o calor pode ser extraído da solução líquida em dias frios ou enviado a ela em dias quentes, dissipando-se no solo, fora da casa!

Para otimizar ainda mais o sistema todo, a maioria dos aparelho da casa são certificados “Energy Star“, uma lareira selada, isolamento suficiente para selar a casa-se como um envelope da FedEx, e um sistema de ventilação que traz ar fresco para dentro de casa sem sacrificar qualquer aquecimento ou resfriamento.

Passeando pela casa
Andando por esta casa futurista, fica evidente que não foram poupados esforços no que se refere à economia de energia. Outro aspecto surpreendente desta casa aparentemente normal é o seu baixo custo. A Companhia Newman fez extensas pesquisas para identificar a melhor relação custo-benefício dos métodos de construção de um projeto como este, e decidiu que essas técnicas exóticas como paredes de concreto, construção solar passiva, e a energia eólica não traria o retorno tão grande quanto a tecnologia eles finalmente decidiram utilizar.

energyhouse_14

Globalmente, o custo da casa própria utilizando esta tecnologia, incluindo o preço do combustível do  veículo (Chev Volt), pagará por si mesmo. Nenhum combustível fóssil é usado nesta casa e isso é um grande ponto à favor do meio ambiente.

Fonte: http://dvice.com/archives/2009/09/energy-producin.php