Arquivo da categoria: Reciclagem

Sistema de reciclagem de água da descarga na privada

Este video no YouTube mostra o passo a passo da instalação e o funcionamento do sistema Toilet Lid Sinks (Pia para tampa da caixa d’água acoplada do vaso sanitário) à venda no site Tierrapath.com. O invento permite acoplar uma pequena pia e torneira sobre a caixa de descarga da privada e reutilizar a água para lavar as mãos enquanto acontece o fluxo de limpeza, por exemplo.

O invento permite acoplar uma pequena pia e torneira sobre a caixa de descarga da privada e reutilizar a água para lavar as mãos enquanto acontece o fluxo de limpeza, por exemplo.
O invento permite acoplar uma pequena pia e torneira sobre a caixa de descarga da privada e reutilizar a água para lavar as mãos enquanto acontece o fluxo de limpeza, por exemplo.

Existem produtos mais sofisticados, que armazenam a água utilizada no banheiro para reaproveitar na descarga, economizando, preservando e utilizando de forma mais eficiente este recurso cada vez mais importante. O produto Sink Positive (Mergulhe Positivo, referencia a expressão Pense Positivo) exibido no video é mais simples, barato (U$ 115,00) e fácil de instalar, igualmente ecológico e sustentável.

Com a popularização do uso da descarga com caixa d’água acoplada no Brasil, este tipo de produto também pode começar a ser adotado pelas pessoas preocupadas com a economia e o uso racional da água. Encanadores, bombeiros e desentupidores podem ajudar nesta nova alternativa de renda e serviços.

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Vitopaper: Papel Sustentável e 100% Reciclável feito de Plástico!

Achei muito interessante um mini-artigo sobre o papel sintético Vitopaper, que foi publicado na edição de setembro da Info. Como o artigo era bastante resumido, resolvi procurar mais informações sobre esse papel, sua tecnologia, os responsáveis pela sua produção, entre outras.

Esse produto se difere do papel normal por ser feito de plástico reciclado, sendo mais durável e leve que o papel “tradicional”. Seu único problema é o preço, atualmente cerca de 40% acima do tradicional.

Ele é único no mundo, pois sua produção não exige a seleção do plástico, sua mistura pode incluir matéria-prima vinda de garrafas descartadas, embalagens, frascos, etc. Com 850 quilos de plástico reciclado é possível obter 1 tonelada de papel sintético e o processo também não exige nenhuma mudança nas etapas de produção gráficas, podendo ser utilizado por qualquer gráfica.

Inclusive, o papel foi criticado na época do seu lançamento pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, que considerou ele “uma lâmina de plástico, já que o papel é feito de fibra de celulose”. Sinceramente, isso pode mostrar uma associação desesperada com o que esse papel sintético pode se tornar. Ou também uma simples definição sobre o que é papel. Prefiro a primeira alternativa, mas cada um tem a sua interpretação…

Seu desenvolvimento foi realizado através do Departamento de Engenharia e Materiais da Universidade Federal de São Carlos em parceria com a empresa Vitopel. Ele usa a tecnologia dos filmes de polipropileno biorientado, resultando em uma lâmina bastante parecida com o papel couché, usado em revistas, catálogos e adesivos. E não é só pela ecologia que ele é interessante, ele também é impermeável, tem durabilidade maior e pode ser reciclado infinitamente. Demorou cerca de dois anos para ser desenvolvido e teve um investimento de aproximadamente R$ 4 milhões.

Gostei da forma com que está sendo investido esse dinheiro, em tecnologias nacionais que beneficiam o meio ambiente e podem beneficiar o próprio povo brasileiro. Gostei mais ainda da empresa/produto quando soube que ela doou à Fundação Paula Souza 170 toneladas do papel para a impressão de 261 mil livros didáticos.

Ainda não tive a chance de “tocar” nesse papel. Se a sua sensação for melhor do que a de um papel reciclado, já está valendo, visto que, além de reciclável (várias vezes), ainda tem alta durabilidade.

Fonte: MeioBit

Watercone é capaz de transformar qualquer água em potável

Watercone é capaz de transformar qualquer água em potável.

Esquema de Funcionamento Watercone

Em tempo de aquecimento global e indefinição de estações do ano, para muitas comunidades, a única água que eles possuem para os consumo diário é a de um barrento rio que está prestes a secar. E, pela falta de opção, é essa mesma água suja que eles utilizam para cozinhar e beber.

Uma forma bem barata e simples de combater este quadro seria a implantação em massa do Watercone, um equipamento composto basicamente por um recipiente e um cone, com o objetivo principal de transformar qualquer tipo de água, em água potável.

Maiores informações aqui e aqui.


Diga não aos copos de Plástico!

Se você, assim como eu, gosta muito de tomar um “cafezinho” durante o expediente, pode fazer a sua parte em colaborar com o meio ambiente simplesmente adotando um hábito inteligente: Use canecas ao invés de copos de plástico.

Só pra você ter uma idéia, dá só uma olhada nas informações desta figura:

Diga não aos copos plásticos

Esta imagem nos mostra que, além dos copos plásticos serem de “difícil digestão” pelo meio ambiente (levam aproximadamente 100 anos para desaparecerem) ainda podem prejudicar fortemente a saúde humana a longo prazo.

Além disso, conforme reportagem no site do IDEC,

“optar por copos de vidro ou de plástico mais resistente na hora da festa (ou de tomar o cafezinho) contribui para a geração de menos lixo; o copo descartável dificilmente é reciclado, pois ocupa muito espaço e é muito leve. Assim, vale pouco até para os catadores”.

“Além de feitos a partir de resinas extraídas do petróleo – recurso finito e poluente -, esses produtos, como quaisquer outros, requerem água e energia em sua fabricação. Em seguida, são transportados da fábrica até os centros de vendas, e obviamente há nisso consumo de combustível. Dessa forma, é um enorme desperdício que, após terem sido empregados recursos tão preciosos na cadeia de produção de um copo ou prato descartável, eles tenham uma utilidade tão efêmera. Isto é, que sejam usados somente por algumas horas (quando muito), para logo serem lançados ao cesto de lixo. Não?”

Se nós realmente colocarmos na balança, usar copos descartáveis é um crime contra o meio ambiente, pois ele é prejudicial desde a sua produção, consumindo recursos, e depois sendo descartado de forma inadequada, gerando lixo de difícil tratamento.

No nosso próximo artigo, falaremos sobre o “Escritório Verde“, ou seja, quais iniciativas podem ser tomadas para fazer com que seu local de trabalho seja amigo do meio ambiente.

Quer saber o que fazer com seu lixo? Pergunte aos japoneses

Hoje, conversando com um amigo do trabalho, fiquei sabendo sobre uma reportagem sobre o tratamento do lixo que me deixou maravilhado e revoltado ao mesmo tempo.

No Japão existe um bairro, chamado Odaiba, que foi construído sobre uma ilha artificial feita… DE LIXO!!!

Neste bairro, o tratamento de lixo é exemplo para o mundo inteiro.
Todas as pessoas tem o hábito de reciclar seu lixo e tudo na ilha gira em torno do lixo. Até a energia elétrica da ilha é conseguida através da energia termelétrica oriunda da reciclagem do lixo.  Odaiba é como os japoneses esperam, que seja o futuro: eficiente e limpo. O bairro é um exemplo de convivência com o lixo: praticamente 100% são reaproveitados.

As regras de separação de lixo variam de bairro para bairro. Alguns multam os que não obedecem. Mas o que faz os japoneses tão cuidadosos é a educação: eles começaram a separar o lixo há 500 anos, é uma tradição aprendida na escola e com a família.

No Japão, não há lixeiras nas calçadas. Se a gente quiser se livrar de uma garrafa de refrigerante, por exemplo, precisa ir até uma loja de conveniência, onde há um ponto de coleta para reciclagem. O lixo é dividido em quatro categorias. Aí tem que fazer assim: primeiro joga o resto do refrigerante no ralo. A garrafa tem que estar vazia. Depois, arranca o rótulo, que vai para a lata dos plásticos. Finalmente, pode jogar a garrafa fora, no lugar apropriado.

Dá trabalho? Claro que dá. O prêmio é viver em cidades que raramente alagam em dias de chuva e com ruas que parecem sempre ter acabado de passar por uma boa faxina.

Não adianta tentar explicar. Assistam o vídeo e tirem suas próprias conclusões.

A minha conclusão é: Eu vou me mudar pra lá!!! 🙂

Fonte: Bom Dia, Brasil

365 Atitudes Verdes

O que você fez HOJE para ajudar o meio ambiente?

Não lembra?

Pois é.

Mais um cara muito gente boa chamado Mike Lieberman não só se lembra como escreve um blog diariamente sobre isso.

mike green

Neste blog, Mike dá dicas realmente simples, que podem até parecer insignificantes quando tomadas individualmente, mas que tem um enorme potencial quando adotadas em larga escala:

O mais importante é que apesar de serem ações aparentemente pequenas, elas são tomadas de forma constante, e isso acaba fazendo com que bons “hábitos verdes” sejam adotados também outras pessoas que conhecem Mike.

É muito bom ver que as pessoas estão realmente preocupadas com o tema “Meio Ambiente” e estão tentando colaborar como podem.

E você? O que tem feito?

A garrafa PET do seu refrigerante pode ser a casa de alguém no futuro

As garrafas PET levam centenas de anos para se decompor quando são descartadas no meio ambiente.

A reciclagem é um processo econômico, que consome apenas 30% da energia necessária para a produção da matéria-prima, além de retirar milhares de toneladas de plástico dos aterros sanitários e evitar o consumo de Petróleo (que é a fonte do PET)

Hoje em dia, a produção e consumo de garrafas PET é de aproximadamente 430 mil Toneladas! É uma quantidade absurda de plástico, que depois de utilizado, vai parar em algum lixão ou valão, degradando cada vez mais o meio ambiente. É claro que, com uma taxa de reciclagem de mais de 50% do PET produzido no país, o Brasil lidera o ranking de reciclagem de PET entre os países com política de coleta seletiva. Mas mesmo assim, ainda há muito trabalho a ser feito.

Existem 3 maneiras “principais” de reciclar o PET, sendo que a mais comum é transformá-lo em flocos, que são reaproveitados na indústria de diversas maneiras diferentes.

Que iniciativas estão sendo tomadas para o reaproveitamento do PET?

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