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Agricultura Vertical: Quando vamos acordar para esta realidade inevitável?

Agricultura vertical: Reduzindo o impacto da agricultura nos ecossistemas

O desenvolvimento da agricultura levou a um aumento sem precedentes da população humana. Permitiu a transformação dos caçadores e recolectores em moradores urbanos. Hoje mais de 800 milhões de hectares são destinados à agricultura, ou seja aproximadamente 38% da superfície continental do planeta. A agricultura modificou a paisagem favorecendo o aparecimento de campos cultiváveis e pastos para rebanhos, em detrimento de áreas naturais que foram eliminadas ou reduzidas a unidades fragmentadas e semi-funcionais.

Espera-se que nos próximos 50 anos a população mundial alcance 8.6 bilhões de pessoas, exigindo 10^9 hectares adicionais para alimentá-las, se basearmos os cálculos na tecnologia disponível actualmente. Uma vez que esta área adicional não está disponível, as estratégias e alternativas para produção de alimento, sem invadir os poucos ecossistemas funcionais restantes, devem ser seriamente contempladas. Se a agricultura tradicional pudesse ser substituída por centros de produção alimentar urbanos, os ecossistemas recuperariam gradualmente.

Os benefícios sociais da agricultura vertical incluem a sustentabilidade do ambiente urbano que promove a saúde dos seus habitantes; novas oportunidades de emprego; diminuição do número de lotes e edifícios abandonados; melhoria da qualidade do ar; e uma fonte abundante de água potável e alimentos.

A agricultura vertical praticada em grande escala nos centros urbanos:
1. forneceria alimento suficiente, de maneira sustentável, para alimentar confortavelmente toda a humanidade num futuro próximo;
2. permitiria que grandes áreas revertessem à paisagem natural;
3. reciclaria com segurança e eficiência a fracção orgânica dos resíduos domésticos e agrícolas, produzindo energia através da produção de metano, e ao mesmo tempo reduziria significativamente populações de pequenos animais e insectos nocivos à saúde;
4. proveria uma nova e necessária estratégia para conservação da água potável;
5. aproveitaria espaços urbanos abandonados e não utilizados;
6. diminuiria a transmissão de doença associados com coliformes fecais;
7. permitiria a produção anual de alimentos sem perda dos rendimentos devido à mudança do clima ou fenómenos naturais;
8. eliminaria a necessidade de uso, em grande escala, de pesticidas e herbicidas;
9. geraria uma nova parceria com indústrias químicas (i.e, projectando e produzindo dietas quimicamente seguras e definidas para uma grande variedade de espécies comercialmente viáveis de plantas);
10. Proporcionaria uma vida urbana sustentável e saudável para todos aqueles que escolhem viver nas cidades.

Os edifícios de produção de alimento funcionariam reciclando segura e eficientemente todo o material orgânico, bem como tratando a água usada nas culturas e transformando-a em água potável. Contudo apenas um forte suporte governamental com incentivos ao sector privado, às universidades e governos locais, permitirá o desenvolvimento do conceito. Os edifícios de produção vertical serão: a. de construção barata; b. operação duradoura e segura; c. independente de subsídios económicos e de ajuda externa. Se estas condições se verificarem a agricultura urbana poderá fornecer alimento a 60% da população que vive nas cidades no ano 2030.

O que significa agricultura vertical? A agricultura “indoor” não é um conceito novo, já que o uso de estufas na agricultura é conhecida há algum tempo. Numerosas colheitas comercialmente viáveis (por exemplo, morangos, tomates, pimentos, pepinos,…) saem de estufas e abastecem supermercados do mundo inteiro em quantidades que têm vindo a crescer nos últimos 15 anos. A maioria destas explorações são pequenas quando comparadas à agricultura tradicional, mas em contrapartida, estas estufas podem produzir durante todo o ano. Japão, Escandinávia, Nova Zelândia, Estados Unidos, e Canadá têm indústrias de estufa prósperas. Até agora nenhum edifício foi construído para esse fim. Outros alimentos cultivados “indoor” para fins comerciais incluem peixes de água doce (por exemplo, tilápia, truta), e uma larga variedade de crustáceos e moluscos (por exemplo, camarões, lagostas, mexilhões).

A concepção da agricultura vertical difere radicalmente do que vem sendo praticado e deve ultrapassar o conceito de agricultura “indoor”, pois uma grande variedade de alimentos poderá ser produzida em quantidades suficientes para sustentar a maior das cidades utilizando recursos próprios. O gado, os cavalos, os carneiros, as cabras, e outros animais parecem estar fora do paradigma da agricultura urbana. Entretanto, uma grande variedade de frangos e porcos estão dentro da capacidade da agricultura “indoor”. Estimou-se que a necessidade de espaço “indoor” intensamente cultivado necessário para alimentar uma única vida num ambiente extraterrestre seria de aproximadamente 27,87 metros quadrados. Baseado nestes cálculos, uma ‘quinta vertical’, com uma base 4 equivalente a um quarteirão de 30 andares (aproximadamente 287909,1 mil metros quadrados) poderia fornecer alimentos (2.000 calorias/dia/pessoa) para atender confortavelmente as necessidades de 10.000 pessoas empregando as tecnologias actualmente disponíveis.

A construção da ‘quinta vertical’ ideal, com um maior rendimento por metro quadrado requererá pesquisa adicional em muitas áreas — hidrobiologia, engenharia, microbiologia industrial, genética animal e botânica, arquitectura, saúde pública, gestão de resíduos, física, e planeamento urbano. Apesar de se tratar de uma construção teórica, o tempo da sua implementação já chegou, pois uma falha no abastecimento de produtos agrícolas a uma escala global certamente culminará numa corrida aos recursos naturais restantes, num planeta que já está pressionado, criando um clima social intolerável.

http://miau-nas-hortas.blogspot.com.br/2008/11/agricultura-vertical-reduzindo-o_19.html

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Vitopaper: Papel Sustentável e 100% Reciclável feito de Plástico!

Achei muito interessante um mini-artigo sobre o papel sintético Vitopaper, que foi publicado na edição de setembro da Info. Como o artigo era bastante resumido, resolvi procurar mais informações sobre esse papel, sua tecnologia, os responsáveis pela sua produção, entre outras.

Esse produto se difere do papel normal por ser feito de plástico reciclado, sendo mais durável e leve que o papel “tradicional”. Seu único problema é o preço, atualmente cerca de 40% acima do tradicional.

Ele é único no mundo, pois sua produção não exige a seleção do plástico, sua mistura pode incluir matéria-prima vinda de garrafas descartadas, embalagens, frascos, etc. Com 850 quilos de plástico reciclado é possível obter 1 tonelada de papel sintético e o processo também não exige nenhuma mudança nas etapas de produção gráficas, podendo ser utilizado por qualquer gráfica.

Inclusive, o papel foi criticado na época do seu lançamento pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, que considerou ele “uma lâmina de plástico, já que o papel é feito de fibra de celulose”. Sinceramente, isso pode mostrar uma associação desesperada com o que esse papel sintético pode se tornar. Ou também uma simples definição sobre o que é papel. Prefiro a primeira alternativa, mas cada um tem a sua interpretação…

Seu desenvolvimento foi realizado através do Departamento de Engenharia e Materiais da Universidade Federal de São Carlos em parceria com a empresa Vitopel. Ele usa a tecnologia dos filmes de polipropileno biorientado, resultando em uma lâmina bastante parecida com o papel couché, usado em revistas, catálogos e adesivos. E não é só pela ecologia que ele é interessante, ele também é impermeável, tem durabilidade maior e pode ser reciclado infinitamente. Demorou cerca de dois anos para ser desenvolvido e teve um investimento de aproximadamente R$ 4 milhões.

Gostei da forma com que está sendo investido esse dinheiro, em tecnologias nacionais que beneficiam o meio ambiente e podem beneficiar o próprio povo brasileiro. Gostei mais ainda da empresa/produto quando soube que ela doou à Fundação Paula Souza 170 toneladas do papel para a impressão de 261 mil livros didáticos.

Ainda não tive a chance de “tocar” nesse papel. Se a sua sensação for melhor do que a de um papel reciclado, já está valendo, visto que, além de reciclável (várias vezes), ainda tem alta durabilidade.

Fonte: MeioBit

Sustentabilidade – Necessidade ou Jogada Política Estratégica?

As reservas americanas de Petróleo estão acabando.

Não sou eu quem está dizendo que o petróleo americano está acabando, são as notícias, quase diárias, que dizem isso. É inevitável. Petróleo é um recurso natural NÃO RENOVÁVEL e que vai acabar. Pode ser que seja hoje, amanhã, em 20 anos, mas vai acabar (graças a Deus).

Palavras do Presidente Obama: “…as reservas petrolíferas americanas estão se esgotando e que por isso as explorações estão cada vez mais sendo feitas nos oceanos. A alternativa para substituir o petróleo é o investimento em pesquisa para obtenção de energia limpa…”
Segundo estudos os Estados Unidos tem ainda 7 anos de reservas petrolíferas (o Brasil possui 18 anos de reservas). Sendo assim, é fundamental que os EUA consigam destruir a economia do petróleo e criar uma nova política economico energética antes que o seu próprio petróleo acabe. É lindo perceber como, pouco a pouco, os EUA vão tornando o Petróleo em “o pior inimigo da humanidade” enquanto falam de sustentabilidade e meios renováveis de produção energética.

Preparem-se: Nos próximos anos, os EUA vão declarar guerra AO PETRÓLEO e não PELO PETRÓLEO.

Afinal, se eles não tem, então vamos tornar o petróleo algo sem valor no resto do mundo, para que ninguém que tem possa liderar a economia mundial, além deles, né? Simples e eficiente!

Eu faria o mesmo!

Interessante que eles, que não assinaram o Protocolo de Quioto por interesses políticos e fianceiros, agora defendam tão ferrenhamente o uso de energias “limpas”, renováveis e sustentáveis. Engraçado, não?
Seja como for, mais dia, menos dia, o petróleo americano vai acabar mesmo. Isso é fato.

Sendo assim, os EUA precisam resolver este impasse energético o quanto antes, tendo em vista que não exitem muitas opções estratégicas disponíveis. Vamos às possibilidades:

01) Entrar em guerra com o mundo todo pra ser dono de todo o petróleo do mundo e meter o mundo em uma terceira guerra mundial por petróleo. Opção idiota, pois não vai haver muito o que abastecer depois de um holocausto nuclear a essa altura do campeonato, afinal de contas, baratas e escorpiões não precisam de gasolina… 🙂

02) “Provar” que o Brasil está construindo bombas de destruição em massa nas plantações de tomate de Goiás e serem “vítimas” de um novo “atentado terrorista INESPERADO” praticado por terroristas radicais religiosos BRASILEIROS munidos de CD´s de funk, Forró Universitário e do Rebolation para assim, mais uma vez, sair em defesa dos “direitos de liberdade” da humanidade e “meter o pé na porta” do Brasil, pra procurar as tais “armas” e, de quebra, já que não estão fazendo nada mesmo, aproveitar pra levar um ou outro barril de petróleo. E aqui, eles terão uma vantagem enorme sobre o povo do Iraque: já que brasileiro é cuzão mesmo, basta eles trazerem um monte de TV´s de plasma, exibindo futebol e mulher pelada, 24 x 7, regado a muita cerveja, caipivodka e Absolut com RedBull que eles podem levar até as calças da rapaziada, que ninguém liga. Aliás, já que brasileiro adora putaria mesmo, sem roupa é até melhor.

03) Eles podem DESTRUIR COMPLETAMENTE a economia energética baseada no petróleo e criar uma “nova ordem econômica” baseada em combustíveis limpos, renováveis, produzidos de forma sustentável e ecologicamente correta! Ninguém morre (em princípio, pelo menos), não precisaremos de ataques terroristas com “CD´s de destruição em massa” e o planeta agradece.
Mas nesse caso, os EUA são os mocinhos, não?

Bom, nesse caso, a preservação do meio-ambiente e a sustentabilidade são – INCRIVELMENTE – um simples “efeito colateral” da cartada desesperada dos EUA em modificar toda a economia energética mundial.

Vocês já repararam o quando anda se falando em sustentabilidade? Já perceberam o quanto as empresas estão se esforçando em desenvolver soluções “verdes” para os problemas que antes eram resolvidos com mais um litro de gasolina? Já perceberam como as indústrias automobilísticas AMERICANAS (famosas por produzirem verdadeiros carros “gasólatras”) estão se esforçando em produzir cada vez mais carros movidos a formas alternativas de energia, como o VOLT?

Se você – sim você, leitor(a) – fosse dono de uma indústria à beira da falência, investiria a sobrevivência da sua indústria em uma “novidade” ou manteria uma linha mais “conservadora” de produtos para recuperar o crescimento?

Segundo informações sobre o veículo (Chevrolet Volt) : “A autonomia da bateria é de 65 km e, caso haja a necessidade de um percurso maior, automaticamente é acionado um motor de combustão interna, que pode ser abastecido com E85 (mistura de 15% de gasolina e 85% de etanol), ou por célula de combustível, que utiliza hidrogênio.” Ou seja: duas soluções “sustentáveis” no mesmo veículo. Estranho, não?

Além disso, a cada dia, novos estudos e pesquisas são feitas com o intuito de melhorar ainda mais o desempenho e a eficiência de carros elétricos e híbridos, de forma a torná-los a cada dia mais e mais “viáveis” ao grande público.

Mas há de se convir que o carro é lindo 🙂

É claro que, no fim das contas, isso tudo vem trazendo ENORMES BENEFÍCIOS para o planeta, e obviamente para todos os seres que nele habitam, incluindo nós mesmos. Mas nada disso é porque o pessoal resolveu adotar o lema do Google e ficou bonzinho de repente. Existe muita grana – MUITA GRANA, CARA PÁLIDA – poder e política por trás disso tudo.
Bom, Teorias Conspiratórias à parte, a verdade é que – ANOTEM O DIA DE HOJE – cada vez mais surgirão “novidades” energéticas sustentáveis, limpas e renováveis, que irão tornar o petróleo cada vez mais “imundo” e fazer com que seja vergonhoso usar este combustível.

Acredito HONESTAMENTE que os EUA cheguem ao cúmulo de usar até mesmo o Protocolo de Quioto para “justificar” esta mudança no “modus operandis” e cobrar que as nações “imundas que destroem o planeta usando petróleo” parem imediatamente de comercializar este “veneno mortífero aos seres vivos e ao meio ambiente” e comecem a investir em energias limpas.

Alguém aí duvida?

Acho muito bom os países da Arábia Saudita se especializarem em fazer processadores, pois do jeito que as coisas vão em relação a economia energética, em breve eles terão de sobreviver exportando areia pra construção civil pelo mundo à fora… 🙂
Recado ao presidente Lula e à sua substituta: Gente, podem vender todo o nosso petróleo. Não importa. Daqui a pouco tempo, ele não vai valer nada mesmo. Aproveitem enquanto essa merda ainda tem algum valor.
Este artigo foi escrito com a colaboração da minha Advogada de plantão, Dra. Glória Ribeiro.

Watercone é capaz de transformar qualquer água em potável

Watercone é capaz de transformar qualquer água em potável.

Esquema de Funcionamento Watercone

Em tempo de aquecimento global e indefinição de estações do ano, para muitas comunidades, a única água que eles possuem para os consumo diário é a de um barrento rio que está prestes a secar. E, pela falta de opção, é essa mesma água suja que eles utilizam para cozinhar e beber.

Uma forma bem barata e simples de combater este quadro seria a implantação em massa do Watercone, um equipamento composto basicamente por um recipiente e um cone, com o objetivo principal de transformar qualquer tipo de água, em água potável.

Maiores informações aqui e aqui.


Estamos matando nossa mãe?

Gaia: A Terra Viva, em uma Representação Artística

E se todo o nosso planeta, assim como Pandora (do filme Avatar), for um grande ser vivo, do qual cada planta, animal, bactéria ou ser humano é apenas uma parte, como são as células do nosso próprio corpo?
E se você for apenas uma célula de um organismo vivo e pulsante?

O filme Avatar, que foi um marco incrível na indústria cinematográfica, nos mostrou a cultura dos Na´vi: Um povo que era completamente integrado à natureza que os cercava, acreditando firmemente na crença de que eram todos apenas uma pequena parte de Eywa. Em palavras simples, Eywa era a força vital de Pandora, uma criatura viva composta de todos os outros seres vivos que o habitavam, fossem plantas, animais e outros seres, águas, minerais, etc.

Isso nos leva a algo chamado “A Teoria de Gaia” que é uma teoria real do NOSSO mundo.

A Teoria de Gaia ou Hipótese de Gaia foi formulada pelo cientista Britânico James E. Lovelock no ano de 1979 do século passado.

Lovelock, baseado em teorias fundamentais da Geologia, da Biologia, da Química e também de observações da natureza chegou a uma conclusão interessante: a Terra está viva !!

Embora pareça algo mirabolante ou então místico, essa teoria tem um forte embasamento científico e de geologia.

O conceito de Mãe Natureza já é conhecido e amplamente difundido em várias culturas, desde os Índios nativos do Oeste Americano até tribos ancestrais do centro da África, mas Lovelock foi além:

Ele propôs que o nosso planeta, nós, os animais, as plantas e todos os elementos químicos e de geologia fazemos parte de um mesmo organismo gigantesco chamado Gaia, segundo sua teoria, todas as formas de vida da terra constituem um único ser vivo.

Em outras palavras, a Terra é um planeta vivo e manifesta a sua vida através da união de todos os seres vivos que estão dentro dela, todos fazem parte de Gaia e todos contribuem para o equilíbrio da teia da vida.

Ele baseou sua teoria nas seguintes evidências:

  • É comprovado que na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma ( Lei de Lavousier ). Quando um animal, um ser humano, uma planta ou um ser vivo qualquer morre, todos os seus átomos e moléculas voltam para a natureza e são usados na construção de novos seres vivos, logo todas as formas de vida estão de um certo modo interligadas.
  • Os organismos através de sua interação com a natureza, não só influenciam o espaço físico, como também o químico. As árvores, por exemplo, alteram a química da atmosfera transformando CO2 em Oxigênio, os animais por sua vez respiram o Oxigênio e formam novamente CO2 em um ciclo químico perfeitamente renovável.
  • Se retirarmos um animal, planta ou forma de vida da terra e o jogarmos em um outro planeta qualquer do universo conhecido ele morrerá, em outras palavras, a vida ( como conhecemos ) depende da Terra.
  • A terra tem mecanismos de auto-regulação que mantém as suas condições estáveis: correntes marítimas, correntes de vento, atividades vulcânicas, etc… esses mecanismos do pontos de vista da geologia, biologia e química funcionam de forma perfeita e equilibram as formas de vida com as formas não-vivas.

Embora a maioria dos cientistas e especialistas em geologia considere errada a Teoria de Gaia, ela tem um forte apoio de alguns grupos e alguns fatos tais como o aquecimento global tem aumentado a sua credibilidade.

O caso do aquecimento global é interessante: quanto mais o homem destroi o meio-ambiente ( alterando Gaia ) mais Gaia torna o ambiente desfavorável ao próprio homem, esse fato pode levar em um caso extremo na extinção da humanidade.

Esse fato pode ser visto como o caso de uma doença, onde o corpo é Gaia e a humanidade é a doença: se a doença faz mau ao organismo, o corpo vai fazer de tudo para expulsa-la.

Baseado nisso, será que a afirmação do Agente Smith, no filme Matrix, do que nós somos um vírus, uma doença destrutiva em nosso planeta, consumindo recursos de forma voraz e desordenada, está correta? Será que um dia, Gaia, este “corpo” irá se livrar da “doença humana” para se curar? Ainda temos tempo, pessoal. Que tal pensar nisso AGORA MESMO?

Agent Smith: “Eu gostaria de compartilhar uma revelação que tive durante meu tempo aqui. Ela veio a mim quando tentei classificar sua espécie e me dei conta de que não são mamíferos. Todos os mamíferos do planeta instintivamente desenvolvem um equilíbrio natural com o meio ambiente, mas os humanos não. Vocês se movem para uma área e se multiplicam, se multiplicam até que todos os recursos naturais sejam consumidos e a única maneira de sobreviverem é indo para uma outra área. Há um outro organismo neste planeta que segue o mesmo padrão. Você sabe o que é? Um vírus. Os seres humanos são uma doença, um câncer deste planeta. Vocês são uma praga e nós somos a cura.”

Agente Smith - Vocês são uma doença...
Será que ele estava certo? 😐

E se o mundo for uma versão beta? Nós somos os bugs???

Fonte: Blog Guia da Carreira

Diga não aos copos de Plástico!

Se você, assim como eu, gosta muito de tomar um “cafezinho” durante o expediente, pode fazer a sua parte em colaborar com o meio ambiente simplesmente adotando um hábito inteligente: Use canecas ao invés de copos de plástico.

Só pra você ter uma idéia, dá só uma olhada nas informações desta figura:

Diga não aos copos plásticos

Esta imagem nos mostra que, além dos copos plásticos serem de “difícil digestão” pelo meio ambiente (levam aproximadamente 100 anos para desaparecerem) ainda podem prejudicar fortemente a saúde humana a longo prazo.

Além disso, conforme reportagem no site do IDEC,

“optar por copos de vidro ou de plástico mais resistente na hora da festa (ou de tomar o cafezinho) contribui para a geração de menos lixo; o copo descartável dificilmente é reciclado, pois ocupa muito espaço e é muito leve. Assim, vale pouco até para os catadores”.

“Além de feitos a partir de resinas extraídas do petróleo – recurso finito e poluente -, esses produtos, como quaisquer outros, requerem água e energia em sua fabricação. Em seguida, são transportados da fábrica até os centros de vendas, e obviamente há nisso consumo de combustível. Dessa forma, é um enorme desperdício que, após terem sido empregados recursos tão preciosos na cadeia de produção de um copo ou prato descartável, eles tenham uma utilidade tão efêmera. Isto é, que sejam usados somente por algumas horas (quando muito), para logo serem lançados ao cesto de lixo. Não?”

Se nós realmente colocarmos na balança, usar copos descartáveis é um crime contra o meio ambiente, pois ele é prejudicial desde a sua produção, consumindo recursos, e depois sendo descartado de forma inadequada, gerando lixo de difícil tratamento.

No nosso próximo artigo, falaremos sobre o “Escritório Verde“, ou seja, quais iniciativas podem ser tomadas para fazer com que seu local de trabalho seja amigo do meio ambiente.

Quer saber o que fazer com seu lixo? Pergunte aos japoneses

Hoje, conversando com um amigo do trabalho, fiquei sabendo sobre uma reportagem sobre o tratamento do lixo que me deixou maravilhado e revoltado ao mesmo tempo.

No Japão existe um bairro, chamado Odaiba, que foi construído sobre uma ilha artificial feita… DE LIXO!!!

Neste bairro, o tratamento de lixo é exemplo para o mundo inteiro.
Todas as pessoas tem o hábito de reciclar seu lixo e tudo na ilha gira em torno do lixo. Até a energia elétrica da ilha é conseguida através da energia termelétrica oriunda da reciclagem do lixo.  Odaiba é como os japoneses esperam, que seja o futuro: eficiente e limpo. O bairro é um exemplo de convivência com o lixo: praticamente 100% são reaproveitados.

As regras de separação de lixo variam de bairro para bairro. Alguns multam os que não obedecem. Mas o que faz os japoneses tão cuidadosos é a educação: eles começaram a separar o lixo há 500 anos, é uma tradição aprendida na escola e com a família.

No Japão, não há lixeiras nas calçadas. Se a gente quiser se livrar de uma garrafa de refrigerante, por exemplo, precisa ir até uma loja de conveniência, onde há um ponto de coleta para reciclagem. O lixo é dividido em quatro categorias. Aí tem que fazer assim: primeiro joga o resto do refrigerante no ralo. A garrafa tem que estar vazia. Depois, arranca o rótulo, que vai para a lata dos plásticos. Finalmente, pode jogar a garrafa fora, no lugar apropriado.

Dá trabalho? Claro que dá. O prêmio é viver em cidades que raramente alagam em dias de chuva e com ruas que parecem sempre ter acabado de passar por uma boa faxina.

Não adianta tentar explicar. Assistam o vídeo e tirem suas próprias conclusões.

A minha conclusão é: Eu vou me mudar pra lá!!! 🙂

Fonte: Bom Dia, Brasil