Vitopaper: Papel Sustentável e 100% Reciclável feito de Plástico!

Achei muito interessante um mini-artigo sobre o papel sintético Vitopaper, que foi publicado na edição de setembro da Info. Como o artigo era bastante resumido, resolvi procurar mais informações sobre esse papel, sua tecnologia, os responsáveis pela sua produção, entre outras.

Esse produto se difere do papel normal por ser feito de plástico reciclado, sendo mais durável e leve que o papel “tradicional”. Seu único problema é o preço, atualmente cerca de 40% acima do tradicional.

Ele é único no mundo, pois sua produção não exige a seleção do plástico, sua mistura pode incluir matéria-prima vinda de garrafas descartadas, embalagens, frascos, etc. Com 850 quilos de plástico reciclado é possível obter 1 tonelada de papel sintético e o processo também não exige nenhuma mudança nas etapas de produção gráficas, podendo ser utilizado por qualquer gráfica.

Inclusive, o papel foi criticado na época do seu lançamento pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, que considerou ele “uma lâmina de plástico, já que o papel é feito de fibra de celulose”. Sinceramente, isso pode mostrar uma associação desesperada com o que esse papel sintético pode se tornar. Ou também uma simples definição sobre o que é papel. Prefiro a primeira alternativa, mas cada um tem a sua interpretação…

Seu desenvolvimento foi realizado através do Departamento de Engenharia e Materiais da Universidade Federal de São Carlos em parceria com a empresa Vitopel. Ele usa a tecnologia dos filmes de polipropileno biorientado, resultando em uma lâmina bastante parecida com o papel couché, usado em revistas, catálogos e adesivos. E não é só pela ecologia que ele é interessante, ele também é impermeável, tem durabilidade maior e pode ser reciclado infinitamente. Demorou cerca de dois anos para ser desenvolvido e teve um investimento de aproximadamente R$ 4 milhões.

Gostei da forma com que está sendo investido esse dinheiro, em tecnologias nacionais que beneficiam o meio ambiente e podem beneficiar o próprio povo brasileiro. Gostei mais ainda da empresa/produto quando soube que ela doou à Fundação Paula Souza 170 toneladas do papel para a impressão de 261 mil livros didáticos.

Ainda não tive a chance de “tocar” nesse papel. Se a sua sensação for melhor do que a de um papel reciclado, já está valendo, visto que, além de reciclável (várias vezes), ainda tem alta durabilidade.

Fonte: MeioBit

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Sustentabilidade – Necessidade ou Jogada Política Estratégica?

As reservas americanas de Petróleo estão acabando.

Não sou eu quem está dizendo que o petróleo americano está acabando, são as notícias, quase diárias, que dizem isso. É inevitável. Petróleo é um recurso natural NÃO RENOVÁVEL e que vai acabar. Pode ser que seja hoje, amanhã, em 20 anos, mas vai acabar (graças a Deus).

Palavras do Presidente Obama: “…as reservas petrolíferas americanas estão se esgotando e que por isso as explorações estão cada vez mais sendo feitas nos oceanos. A alternativa para substituir o petróleo é o investimento em pesquisa para obtenção de energia limpa…”
Segundo estudos os Estados Unidos tem ainda 7 anos de reservas petrolíferas (o Brasil possui 18 anos de reservas). Sendo assim, é fundamental que os EUA consigam destruir a economia do petróleo e criar uma nova política economico energética antes que o seu próprio petróleo acabe. É lindo perceber como, pouco a pouco, os EUA vão tornando o Petróleo em “o pior inimigo da humanidade” enquanto falam de sustentabilidade e meios renováveis de produção energética.

Preparem-se: Nos próximos anos, os EUA vão declarar guerra AO PETRÓLEO e não PELO PETRÓLEO.

Afinal, se eles não tem, então vamos tornar o petróleo algo sem valor no resto do mundo, para que ninguém que tem possa liderar a economia mundial, além deles, né? Simples e eficiente!

Eu faria o mesmo!

Interessante que eles, que não assinaram o Protocolo de Quioto por interesses políticos e fianceiros, agora defendam tão ferrenhamente o uso de energias “limpas”, renováveis e sustentáveis. Engraçado, não?
Seja como for, mais dia, menos dia, o petróleo americano vai acabar mesmo. Isso é fato.

Sendo assim, os EUA precisam resolver este impasse energético o quanto antes, tendo em vista que não exitem muitas opções estratégicas disponíveis. Vamos às possibilidades:

01) Entrar em guerra com o mundo todo pra ser dono de todo o petróleo do mundo e meter o mundo em uma terceira guerra mundial por petróleo. Opção idiota, pois não vai haver muito o que abastecer depois de um holocausto nuclear a essa altura do campeonato, afinal de contas, baratas e escorpiões não precisam de gasolina… 🙂

02) “Provar” que o Brasil está construindo bombas de destruição em massa nas plantações de tomate de Goiás e serem “vítimas” de um novo “atentado terrorista INESPERADO” praticado por terroristas radicais religiosos BRASILEIROS munidos de CD´s de funk, Forró Universitário e do Rebolation para assim, mais uma vez, sair em defesa dos “direitos de liberdade” da humanidade e “meter o pé na porta” do Brasil, pra procurar as tais “armas” e, de quebra, já que não estão fazendo nada mesmo, aproveitar pra levar um ou outro barril de petróleo. E aqui, eles terão uma vantagem enorme sobre o povo do Iraque: já que brasileiro é cuzão mesmo, basta eles trazerem um monte de TV´s de plasma, exibindo futebol e mulher pelada, 24 x 7, regado a muita cerveja, caipivodka e Absolut com RedBull que eles podem levar até as calças da rapaziada, que ninguém liga. Aliás, já que brasileiro adora putaria mesmo, sem roupa é até melhor.

03) Eles podem DESTRUIR COMPLETAMENTE a economia energética baseada no petróleo e criar uma “nova ordem econômica” baseada em combustíveis limpos, renováveis, produzidos de forma sustentável e ecologicamente correta! Ninguém morre (em princípio, pelo menos), não precisaremos de ataques terroristas com “CD´s de destruição em massa” e o planeta agradece.
Mas nesse caso, os EUA são os mocinhos, não?

Bom, nesse caso, a preservação do meio-ambiente e a sustentabilidade são – INCRIVELMENTE – um simples “efeito colateral” da cartada desesperada dos EUA em modificar toda a economia energética mundial.

Vocês já repararam o quando anda se falando em sustentabilidade? Já perceberam o quanto as empresas estão se esforçando em desenvolver soluções “verdes” para os problemas que antes eram resolvidos com mais um litro de gasolina? Já perceberam como as indústrias automobilísticas AMERICANAS (famosas por produzirem verdadeiros carros “gasólatras”) estão se esforçando em produzir cada vez mais carros movidos a formas alternativas de energia, como o VOLT?

Se você – sim você, leitor(a) – fosse dono de uma indústria à beira da falência, investiria a sobrevivência da sua indústria em uma “novidade” ou manteria uma linha mais “conservadora” de produtos para recuperar o crescimento?

Segundo informações sobre o veículo (Chevrolet Volt) : “A autonomia da bateria é de 65 km e, caso haja a necessidade de um percurso maior, automaticamente é acionado um motor de combustão interna, que pode ser abastecido com E85 (mistura de 15% de gasolina e 85% de etanol), ou por célula de combustível, que utiliza hidrogênio.” Ou seja: duas soluções “sustentáveis” no mesmo veículo. Estranho, não?

Além disso, a cada dia, novos estudos e pesquisas são feitas com o intuito de melhorar ainda mais o desempenho e a eficiência de carros elétricos e híbridos, de forma a torná-los a cada dia mais e mais “viáveis” ao grande público.

Mas há de se convir que o carro é lindo 🙂

É claro que, no fim das contas, isso tudo vem trazendo ENORMES BENEFÍCIOS para o planeta, e obviamente para todos os seres que nele habitam, incluindo nós mesmos. Mas nada disso é porque o pessoal resolveu adotar o lema do Google e ficou bonzinho de repente. Existe muita grana – MUITA GRANA, CARA PÁLIDA – poder e política por trás disso tudo.
Bom, Teorias Conspiratórias à parte, a verdade é que – ANOTEM O DIA DE HOJE – cada vez mais surgirão “novidades” energéticas sustentáveis, limpas e renováveis, que irão tornar o petróleo cada vez mais “imundo” e fazer com que seja vergonhoso usar este combustível.

Acredito HONESTAMENTE que os EUA cheguem ao cúmulo de usar até mesmo o Protocolo de Quioto para “justificar” esta mudança no “modus operandis” e cobrar que as nações “imundas que destroem o planeta usando petróleo” parem imediatamente de comercializar este “veneno mortífero aos seres vivos e ao meio ambiente” e comecem a investir em energias limpas.

Alguém aí duvida?

Acho muito bom os países da Arábia Saudita se especializarem em fazer processadores, pois do jeito que as coisas vão em relação a economia energética, em breve eles terão de sobreviver exportando areia pra construção civil pelo mundo à fora… 🙂
Recado ao presidente Lula e à sua substituta: Gente, podem vender todo o nosso petróleo. Não importa. Daqui a pouco tempo, ele não vai valer nada mesmo. Aproveitem enquanto essa merda ainda tem algum valor.
Este artigo foi escrito com a colaboração da minha Advogada de plantão, Dra. Glória Ribeiro.

Watercone é capaz de transformar qualquer água em potável

Watercone é capaz de transformar qualquer água em potável.

Esquema de Funcionamento Watercone

Em tempo de aquecimento global e indefinição de estações do ano, para muitas comunidades, a única água que eles possuem para os consumo diário é a de um barrento rio que está prestes a secar. E, pela falta de opção, é essa mesma água suja que eles utilizam para cozinhar e beber.

Uma forma bem barata e simples de combater este quadro seria a implantação em massa do Watercone, um equipamento composto basicamente por um recipiente e um cone, com o objetivo principal de transformar qualquer tipo de água, em água potável.

Maiores informações aqui e aqui.